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Nobel de Literatura

Mulheres

Selma Lagerlöf (Suécia)

Grazia Deledda (Reino da Sardenha)

Sigrid Undset (Noruega)

Pearl S. Buck (EUA)

Gabriela Mistral (Chile)

Nelly Sachs (Alemanha Ocidental)

Wisława Szymborska (Polônia)

Elfriede Jelinek (Áustria)

Doris Lessing (Reino Unido)

Herta Müller (Alemanha Romênia)

Alice Munro (Canadá)

Svetlana Alexijevich (Bielorússia)

Toni Morrison (EUA)

Homens

Sully Prudhomme (França)

Theodor Mommsen (Alemanha)

Bjørnstjerne Bjørnson (Noruega)

José Echegaray (Espanha)

Frédéric Mistral (França)

Henryk Sienkiewicz (Polônia)

Giosuè Carducci (Reino da Sardenha)

Rudyard Kipling (Reino Unido Índia)

Rudolf Eucken (Império Alemão)

Paul Johann Ludwig von Heyse (Império Alemão)

Maurice Maeterlinck (Bélgica)

Gerhart Hauptmann (Alemanha)

Rabindranath Tagore (Índia)

Romain Rolland (França)

Verner von Heidenstam (Suécia)

Karl Adolph Gjellerup (Dinamarca)

Henrik Pontoppidan (Dinamarca)

Carl Spitteler (Suíça)

Knut Hamsun (Noruega)

Anatole France (França)

Jacinto Benavente (Espanha)

William Butler Yeats (Irlanda)

Władysław Reymont (Polônia)

George Bernard Shaw (Irlanda)

Henri Bergson (França)

Thomas Mann (República de Weimar)

Sinclair Lewis (Estados Unidos)

Erik Axel Karlfeldt (Suécia)

John Galsworthy (Reino Unido)

Ivan Bunin (União Soviética)

Luigi Pirandello (Reino da Sardenha)

Eugene O’Neill (Estados Unidos)

Roger Martin du Gard (França)

Frans Eemil Sillanpää (Finlândia)

Johannes Vilhelm Jensen (Dinamarca)

Hermann Hesse (Alemanha Suiça)

André Gide (França)

T.S. Eliot (EUA Reino Unido)

William Faulkner (EUA)

Bertrand Russell (Reino Unido)

Pär Lagerkvist (Suécia)

François Mauriac (França)

Winston Churchill (Reino Unido)

Ernest Hemingway (EUA)

Halldór Laxness (Islândia)

Juan Ramón Jiménez (Regime franquista)

Albert Camus (França Argélia)

Boris Pasternak (União Soviética)

Salvatore Quasimodo (Itália)

Saint-John Perse (França)

Ivo Andrić (Iugoslávia)

John Steinbeck (EUA)

Giórgos Seféris (Grécia)

Jean-Paul Sartre (França)

Michail Sholokhov (União Soviética)

Shmuel Yosef Agnon (Israel)

Miguel Ángel Asturias (Guatemala)

Yasunari Kawabata (Japão)

Samuel Beckett (Irlanda)

Alexander Soljenítsin (União Soviética)

Pablo Neruda (Chile)

Heinrich Böll (Alemanha Ocidental)

Patrick White (Austrália)

Eyvind Johnson (Suécia)

Harry Martinson (Suécia)

Eugenio Montale (Itália)

Saul Bellow (EUA)

Vicente Aleixandre (Reino da Espanha)

Isaac Bashevis Singer (Polônia)

Odysséas Elýtis (Grécia)

Czesław Miłosz (Polônia)

Elias Canetti (Bulgária)

Gabriel García Márquez (Colômbia)

William Golding (Reino Unido)

Jaroslav Seifert (República Checa)

Claude Simon (França)

Wole Soyinka (Nigéria)

Joseph Brodsky (EUA União Soviética)

Naguib Mahfouz (Egito)

Camilo José Cela (Espanha)

Octavio Paz (México)

Nadine Gordimer (África do Sul)

Derek Walcott (Santa Lúcia)

Kenzaburo Oe (Japão)

Seamus Heaney (Irlanda)

Dario Fo (Itália)

José Saramago (Portugal)

Günter Grass (Alemanha)

Gao Xingjian (China)

Vidiadhar Naipaul (Reino Unido)

Imre Kertész (Hungria)

J.M. Coetzee (África do Sul)

Harold Pinter (Reino Unido)

Orhan Pamuk (Turquia)

Jean-Marie Gustave Le Clézio (França Maurícia)

Mario Vargas Llosa (Peru Espanha)

Tomas Tranströmer (Suécia)

Mo Yan (China)

Patrick Modiano (França)

Bob Dylan (EUA)

• Biblioteconomia

Curso: Catalogación con RDA

Curso online e grátis de Catalogação em RDA no site Miriada X , o curso é em espanhol mas possui legendas (também em espanhol) o que facilita muito o entendimento. Eu já comecei a fazer e estou gostando bastante. O site possui outros cursos bem interessantes!

El curso está orientado a facilitar la compresión y la asimilación de la normativa RDA. Está estructurado de manera que cubra todos los aspectos fundamentales del contenido y de la puesta en práctica de los conocimientos adquiridos. Los módulos 1 y 2 se centran en la base teórica, el módulo 3 está dedicado al estudio de la  estructura y la aplicación de la normativa a la descripción de recursos, y el módulo 4, que es eminentemente práctico, consiste en la creación de registros bibliográficos en formato MARC21 siguiendo la normativa RDA.

• Biblioteconomia

Volta às aulas | Biblioteconomia

Começo do ano eu fico SUPER animada para a volta às aulas, material novo, novas matérias e milhões de promessas de estudar e me dedicar mais. O que realmente acontece é que elas voltam e eu desisto totalmente, faço somente o que é obrigatório e vou empurrando com a barriga (que por sinal tá cada dia maior – de gordura mesmo). Mas esse ano eu realmente pretendo mudar essa situação (dos estudos haha). Falta dois anos para eu me formar, estou super animada com carteira assinada na minha área e pretendo aprender e me aprimorar cada vez mais.

Como aqui no trabalho tenho acesso ao site da Universidade e às vezes fica bem tranquilo, vou tentar estudar aqui todos os dias e todo o tempo que eu tiver livre. Em casa de manhã pretendo ler os livros indicados pelos professores e revisar matérias antigas.

Para não perder tempo de manhã, vou criar um cronograma de arrumação da casa + atividades física + passeio com a dog + estudos. Porque se deixar eu fico na cama e perco a manhã inteira.

Outra coisa é tentar anotar todas as aulas e atividades, o que já fiz e o que está pendente. A Paulla do Blog Muquifo Literário me passou uma planilha que ela fez, e acho que isso vai me ajudar bastante. Preciso ter muito foco porque se não, quando eu vejo já está tudo acumulado e eu entro em desespero.

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• Blog

Eu, desistente

Desisti do Blog.

Que novidade, Ana Rocco!

Eu desisto de tudo o que eu começo. Faculdade, cursos, desafios, maratonas, etc. Odeio isso. Odeio não dar continuidade às coisas. Mas sou assim.

Em 2015 estava super animada com os IGs de literatura e os respectivos Blogs, criei o meu e queria fazer parcerias, ganhar livros, ter amigos, ganhar seguidores, ser pop no mundo dos livros.

Aff, vi que não quero isso pra minha vida não! Quero paz, sossego e tranquilidade. Quando menos cobranças e pressão em cima de mim melhor. Tenho ansiedade e aprendi a lidar com ela evitando essas coisas.

Tinha abandonado o blog pelo simples fato de não achar que tenho capacidade para escrever sobre livros. Eu li, gostei e pronto. Eu li, não gostei e ponto final. Isso de ter que se explicar, falar sobre minhas leituras acabou tirando todo o tesão de ler.

Ler pra mim sempre foi um ato solitário e quando tentei compartilhar isso não foi legal. Foi forçado. Quebrou o encanto.

Essa semana resolvi entrar aqui no wordpress e vi que o Blog ainda recebe visitas, mesmo eu tendo abandonado ele há algum tempo. Isso me animou um pouco.

Talvez eu volte, mas para falar sobre Biblioteconomia.

Talvez esse seja o último post. Quem sabe?! Eu é que não sei…

• Biblioteconomia

Eu, bibliotecária

Demorei 25 anos para decidir o que eu queria ser “quando crescer”

Minha vida inteira eu quis ser veterinária: seria rica e salvaria todos os animais ♥.

Na época do vestibular surgiu a dúvida, será que era isso mesmo? Acabei não compartilhando com ninguém minhas angústias e tentei esse curso mesmo, fiquei em 3• na lista de espera da UEM. Enquanto não era chamada pensei muito e decidi que isso não era pra mim. Como o mais próximo de veterinária era a Biologia, decidi tentar… não era pra mim! Como eu gostava muito de livros pensei em Jornalismo, não era pra mim! Fui pra fotografia, confeitaria e ops, acabou as alternativas. Nada disso era pra mim.

Devido a dezenas de fatores não consegui continuar em nenhum desses cursos, não porque não gostava deles, mas na época estava com depressão, morando sozinha em uma cidade grande e desconhecida, perdida sem saber o que fazer. É muito fácil julgar os outros, achar que não terminei os cursos porque era vagabunda, que estava jogando dinheiro dos outros fora… mas ninguém sabe ao fundo o que realmente acontece.

Fui educada com a seguinte frase: estude se quiser ser alguém na vida. E eu não estava estudando. Me sentia perdida. Não via sentido em nada que fazia, queria me encontrar, achar algo que eu gostasse, me tornar algo.

Foi então que descobri o curso de Biblioteconomia. Demorei para conseguir entrar na faculdade. Na época não tinha grana, e quando eu tinha o curso em Curitiba fechou. Em 2014 – pior ano da minha vida -, descobri o curso na UCS e me joguei. Precisava de algum desafio para não pirar, para superar o luto e recomeçar.

Só eu sei como foi difícil pegar a mesma estrada em que meu irmão faleceu para ir fazer provas, estudar quando o que eu mais queria era sumir. Mas continuo. Não é fácil, e ninguém disse que seria.

Estou indo para o 3• ano e cada dia me sinto mais realizada e feliz com a profissão que escolhi. Ano que vem serei bibliotecária formada e vejo que nasci para isso.

• 100 contos da literatura mundial

Desafio 100 contos: #13 Angústia – Anton Tchekhov

“Está novamente só e, de novo, o silêncio desce sobre ele… A angústia que amainara por algum tempo torna a aparecer, inflando-lhe o peito com redobrada força. Os olhos de Iona correm, inquietos e sofredores, pela multidão que se agita de ambos os lados da rua: não haverá, entre esses milhares de pessoas, uma ao menos que possa ouvi-lo? Mas a multidão corre, sem reparar nele, nem na sua angústia… Uma angústia imensa, que não conhece fronteiras. Dá a impressão de que, se o peito de Iona estourasse e dele fluísse para fora aquela angústia, daria para inundar o mundo e, no entanto, não se pode vê-la. Conseguiu caber numa casca tão insignificante, que não se pode percebê-la mesmo de dia, com muita luz…”

• 100 contos da literatura mundial

Desafio: 100 contos essenciais da literatura mundial

Estava aqui pensando nas minhas leituras e vi que leio poucos contos, crônicas e poesias. Pensando nisso achei a lista de 100 contos essenciais da literatura mundial e resolvi fazer um desafio: ler esses 100 contos em um ano! Daria mais ou menos 2 contos por semana, e acho que não ficaria nem um pouco pesado. Alguns contos têm uma página, lógico que outros são mais longos, mas acho que será um desafio agradável pois as leituras irão variar bastante.

Lista dos contos:

1. A dama do cachorrinho – Anton Tchekhov 
2. Bola de sebo – Guy de Maupassant
3. O poço e o pêndulo – Edgar Allan Poe
4. O capote – Nikolai Gógol
5. Colinas como elefantes brancos – Ernest Hemingway
6. Os mortos – James Joyce
7. O prato de Bezhin – Ivan Turguêniev
8. Bartleby, o escrivão – Herman Melville
9. Tlön, Uqbar, Orbis Tertius – Jorge Luis Borges
10. A tragédia de um personagem – Luigi Pirandello
11. Três mortes – Liev Tolstói
12. Um homem bom é difícil de encontrar – Flannery O’Connor
13. Angústia – Anton Tchekhov
14. Bobók – Fiódor Dostoiévki
15. O Horla – Guy de Maupassant
16. As irmãs Vane – Vladimir Nabokov
17. Felicidade – Katherine Mansfield
18. Estudo de mulher – Honoré de Balzac
19. Um artista da fome – Franz Kafka
20. O homem de areia – E. T. A. Hoffmann
21. O beijo – Anton Tchekhov
22. Um relatório municial – O. Henry
23. A casa tomada – Julio Cortázar
24. As neves do Kilimanjaro – Ernest Hemingway
25. Um coração simples – Gustave Flaubert
26. Uma carta – Isaac Bábel
27. O fantasma de Canterville – Oscar Wilde
28. Gimple, o bobo – Isaac Bashevis Singer
29. A máscara da morte rubra – Edgar Allan Poe
30. O boa-vida – F. Scott Fitzgerald
31. As jóias – Guy de Maupassant
32. O espelho – Machado de Assis
33. Pierre Menard, autor do Quixote – Jorge Luis Borges
34. O nariz – Nikolai Gógol
35. Uma casa assombrada – Virginia Woolf
36. A pane – Friedrich Dürrenmatt
37. Olhos de cão azul – Gabriel García Márquez
38. A força de Deus – Sherwood Anderson
39. A distância da lua – Ítalo Calvino
40. Os três anéis – Giovanni Boccaccio
41. O homem que queria ser rei – Rudyard Kipling
42. A mão – Colette
43. Glaudius Dei – Thomas Mann
44. A honra de Israel Gow – G. K. Chesterton
45. O altar dos mortos – Henry James
46. Bilhete premiado – Anton Theckov
47. Balas sortidas – Tennessee Williams
48. Rumo ao ocidente – Primo Levi
49. O muro – Jean-Paul Sartre
50. O Hussardo melancólico da legião alemã – Thomas Hardy
51. O experimento do Dr. Heidegger – Nathaniel Hawthorne
52. A amável senhora – D. H. Lawrence
53. Meia folha de papel – August Strindberg
54. Mêmnon ou a sabedoria humana – Voltaire
55. A imitação da rosa – Clarice Lispector
56. O camundongo – Saki
57. Vinte e seis e uma – Máximo Gorki
58. O guarda-chuva – Yasunari Kawabata
59. O elixir do reverendo padre Gaucher – Alphonse Daudet
60. O fantasma inexperiente – H. G. Wells
61. Judas Iscariotes – Leonid Andreiév
62. O coração delator – Edgar Allan Poe
63. A ponte Thor – Arthur Conan Doyle
64. O homem que corrompeu Hadleyburg – Mark Twain
65. A cruzada das crianças – Marcel Schwob
66. Aventuras de uma negrinha que procurava Deus – George Bernard Shawn
67. O possível Baldi – Juan Carlos Onetti
68. O homem que sabia javanês – Lima Barreto
69. Conto azul – Marguerite Yourcenar
70. A tortura da esperança – Villiers de L’isle-Adam
71. O leproso da cidade de Aosta – Xavier de Maistre
72. O sinaleiroCharles Dickens
73. O tiro – Aleksander Pushkin
74. A terceira margem do rio – João Guimarães Rosa
75. A pedra que cresce – Albert Camus
76. O marido padre – Marqûes de Sade
77. O diabo e o relojoeiro – Daniel Defoe
78. Nas montanhas da loucura – H. P. Lovecraft
79. O tenente Gustl – Arthur Schnitzler
80. Juventude – Joseph Conrad
81. O mendigo e a donzela orgulhosa – Rainer Maria Rilke
82. Um natal – Truman Capote
83. Rinoceronte e Cortadillo – Miguel de Cervantes
84. A mão encantada – Gérard de Nerval
85. Belfagor, o Arquidiabo – Nicolau Maquiavel
86. A matrona de Éfeso – Petrônio
87. A greve – Jack London
88. A gata borralheira – Irmãos Grimm
89. Barba-azul – Charles Perrault
90. A loba – Giovanni Verga
91. Amor e pedagogia – Miguel de Unamuno
92. A Vênus de Ille – Prosper Merimée
93. Amor e psique – Apuleio
94. A raposa e as uvas – Esopo
95. O aumento – Dino Buzzati
96. Corcunda recalcitrante – Anônimo
97. Rip Van Winkle – Washington Irving
98. Um dia perfeito para peixes-banana – J. D. Salinger
99. O dente quebrado – Pedro Emilio Coll
100. O cair da noite – Isaac Asimov

Eu sei que começo mil e um desafios e não termino nenhum, mas estou precisando me desafiar nas leituras, estou desanimada e lendo sempre as mesmas coisas, acho que nesse desafio vou conhecer muitos autores e como são textos curtos não irei cansar tanto com as leituras.

Se alguém se interessar e quiser participar vou ficar bem feliz! Estou precisando de motivação para as leituras e nada melhor que amigos literários para isso! 😉

Esqueci de falar: vou começar semana que vem!

• Cinema & Séries

Cinema nacional

Se tem uma coisa que fiquei feliz no mês de agosto foi ter voltado a assistir filmes. Antigamente nos finais de semana eu assistia 2 ou 3 filmes por dia, mas com o tempo fui parando e a ansiedade não deixava eu assistir um filme inteiro. Estava com uns 40 gigas de filmes no computador e não conseguia ver nenhum. Deletei todos! Mas no último mês consegui voltar a me concentrar e assistir várias coisas ♥

Pensando nisso resolvi indicar alguns filmes nacionais que assisti e gostei bastante. Vou fazer vários posts sobre isso para não ficar um muito grande.

Elena

Elena foi um dos filmes mais tristes e agoniantes que já assisti. Nunca chorei tanto assistindo algo, só de ver o trailer já fico com aquele nó na garganta. Vi o filme quando foi lançado, não sei se teria coragem de revê-lo hoje em dia, depois de ter perdido meu irmão…

Aquarius

Há toda uma polêmica em cima de Aquarius, golpistas se ofenderam e resolveram boicotar o filme, só lamento, pois não adiantou nada! O filme é maravilhoso, quando acabou eu estava tremendo, de raiva, de impotência… É um retrato do nosso país, infelizmente.

• Blog

desabafo

O blog completou um ano e muita coisa mudou por aqui. Ano passado nessa época de Bienal do Livro eu estava surtando, querendo estar lá, acompanhando tudo através das redes sociais, aproveitando as promoções nos sites e comprando mil livros. Hoje eu não estou nem aí para a Bienal, não estou acompanhando e acho um exagero gastarmos tanto com livro em tempos de crise e com a atual situação econômica e política do país. Sim! Virei esse tipo de pessoa.

Às vezes fico com vontade de comprar livros sim, mas eu realmente não tempo dinheiro para isso, e eu sei que posso emprestar na Biblioteca Pública, que fica a algumas quadras de casa, ou posso ir na livraria e passar a tarde lá lendo de graça. Sim! Virei esse tipo de pessoa.

Sim! Eu virei o tipo de pessoa que fica muito triste com toda a desigualdade que temos. Que chora ao saber de todos os direitos que estamos perdendo dia a dia. Que se desespera ao ler comentários de gente homofóbica e preconceituosa na internet. E porquê estou falando tudo isso aqui? Porque esse é o único lugar que eu tenho, que é meu, criado por mim. Tudo aqui me representa, e se eu abandonei o blog esses meses foi por causa dessas mudanças, todas essas coisas horríveis que estamos vendo e vivendo. Estou desanimada, desesperada, e não tenho ânimo para escrever sobre livros. Até parei de ler nos últimos meses, não li quase nada. Olho os livros e não sinto mais prazer. Estou com medo do meu futuro, do meu não, do nosso. Do futuro do nosso país! Da nossa democracia, dos nossos direitos, da nossa educação, dos nossos pobres e miseráveis. Porque eu não preciso passar fome para lutar contra isso.

Empatia! Sororidade! Igualdade! Eu tenho sede dessas palavras.

• Blog

fora de sintonia

Sabe quando parece que você não está em sintonia com o seu corpo? Com os seus desejos e vontades? Bom, eu estou assim há algum tempo. Faz um mês que não consigo focar em nada. Não consigo ler, assistir filme, estudar ou me concentrar em nada que não seja ver Gilmore Girls e jogar Pokemon Go (terminei a série e não tenho mais créditos no celular SOS).

Fico fazendo mil planos mas na hora de executá-los eu pulo fora e deixo tudo para depois. Odeio isso! Odeio estar assim. Parece que estou parada enquanto o tempo passa a minha volta, cada vez mais depressa.